sábado, 31 de março de 2012

Televisão em excesso aumenta risco de morte prematura

Mais de duas horas por dia aumenta chances de diabetes e problemas no coração.

Assistir televisão diariamente é um hábito extremamente comum. No entanto, segundo estudo da Harvard School of Public Health, Estados Unidos, e publicado no Journal of the American Medical Association, passar muitas horas na frente da TV pode ser perigoso, pois o hábito está associado a maiores riscos de desenvolver diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e morte prematura.

Os pesquisadores fizeram uma análise sistemática de todos os estudos publicados de 1970 a 2011, que ligavam o ato de assistir TV a maiores chances de desenvolver complicações.

Os resultados mostraram que mais de duas horas por dia na frente da televisão aumenta as chances de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças do coração e, mais de três horas, morte prematura. A cada duas horas a mais de televisão por dia, o risco de todas essas doenças sobe para 20%, 15% e 13%, respectivamente.

Para os estudiosos, a ligação entre ver TV e essas doenças pode ser explicada pela relação entre obesidade e o excesso de televisão e, logo, sedentarismo. A obesidade é associada a hábitos alimentares pouco saudáveis e níveis baixos de atividade física, fatores de risco para o diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.

Saia da frente da televisão

Quer uma dica simples para melhorar a sua vida? Desligue a televisão e faça suas refeições à mesa. Uma pesquisa do Ministério da Saúde de abril deste ano mostrou que 25,8% dos adultos passam três ou mais horas diante da TV e isso acontece cinco ou mais vezes na semana. Se você se encaixa nesses números, saiba que está se prejudicando.

"Quando estamos em frente à televisão, comemos mais do que o necessário, pois esquecemos a saciedade e passamos a comer automaticamente", explica a endocrinologista Cláudia Cozer, da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica). A consequência disso você já sabe: aqueles quilinhos extras.

Uma boa refeição é aquela programada. Claudia afirma que ela deve levar de 20 a 30 minutos no mínimo. Se você demora menos que isso, deve estar mastigando pouco os alimentos, o que pode ser um grande problema também.

Além disso, fazer as refeições à mesa, com a família ou amigos melhora o convívio social. Aproveite este tempo para interagir com as pessoas a sua volta, saber do dia de cada um, conversar e falar da sua vida também.

E acredite: há mais motivos para você deixar a TV de lado. Um estudo realizado pela Clínica Mayo, em Minnesota, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que assistiram à televisão por mais de sete horas por dia mostraram 50% mais chances de desenvolver perda de memória. Por isso, saia da frente da TV, vá ler um livro ou dar uma volta no parque. Sua saúde agradece.


Fonte:    Revista Minha Vida

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Para os chefes se darem bem com a Geração Y ...

Desde que se começou a ouvir falar da Geração Y, muitos rótulos foram pregados em suas baias e mesas de trabalho: irriquietos, insubordinados, informais e, sobretudo, infiéis – trocariam de emprego ao menor sinal de que poderiam se dar bem.
À medida que essa geração nascida na era da internet começou a se assentar no ambiente de trabalho, porém, muitos mitos foram caindo. É claro que lidar com esses jovens é bem diferente de administrar os já praticamente quarentões da Geração X, ou o pessoal ainda mais veterano.
No fundo, porém, a cabeça da Geração Y é mais fácil de compreender do que parece. É o que afirma o site americano Youtern.
Se você é chefe de uma equipe cheia de gente entre os 20 e os 30 anos, veja três dicas do Youtern para ser um bom líder:
 
Seja transparente
Poucas coisas irritam mais a Geração Y do que omitir informações ou simplesmente “mandar” que algo seja feito. Lembre-se: essa turma cresceu na era da internet, é bem informada e tem outra noção de privacidade, já que nunca conheceu um mundo sem Facebook, Twitter ou Google.
Por isso, seja o mais transparente possível ao comunicar suas decisões ou solicitar alguma tarefa. Eles vão questioná-lo mais, mas o lado bom é que, se comprarem sua ideia, vão se engajar com mais empenho.
 
Eles têm vida particular
Ser workaholic não faz a cabeça da Geração Y. Ver a vida inteira se resumir ao escritório... simplesmente não dá para eles, para desespero de muitos de seus chefes, o veteranos da geração pós-guerra ou mesmo os mais velhos entre os da geração X.
 Para essas duas turmas, o compromisso com o trabalho é um dos valores mais preciosos, capaz de adiar férias, sumir do convívio familiar e nem saber o que é um final de semana.
Para a Geração Y, ter vida própria significa muitas coisas. Não se trata apenas de evitar ficar além do expediente. É sobretudo, inverter o modo como o trabalho é visto: é o trabalho que deve se encaixar no projeto de vida deles – e não o contrário.
Eles detestam lerdeza
Essa afirmação tem vários sentidos. O primeiro é que a Geração Y não gosta de burocracia, nem de lentidão nas decisões. Acostumados ao ritmo acelerado das novas tecnologias, os mais jovens simplesmente não entendem por que algo aparentemente simples precisa demorar tanto para ser feito ou decidido.
Outra consequência dessa aversão à marcha lenta é a rapidez com que querem ascender profissionalmente. Se eles estão comprometidos com o projeto, geram resultados e os resultados geram dinheiro para a empresa, por que não podem ganhar uma fatia deles?

FONTE: Portal Exame

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Vamos, mais atitude !!!

A maneira como você se posiciona diante dos desafios no trabalho pode ser decisiva na sua carreira. Invista na assertividade.
 
Tudo se embaralhou no mundo corporativo, especialmente conceitos estanques de comportamento de gênero. Não faz muito tempo, homens e mulheres começaram a se revezar nos postos de comando das grandes empresas. Sabe-se, porém, que ambos têm competências, virtudes e, sim, motivos para vacilar diferentes. Como, então, a executiva deve ser mais assertiva para colher mais frutos no trabalho? É uma questão de argumentação, de atitude ou tem a ver com a maneira de se vestir?
 
Anita Kon, doutora em economia pela Universidade de São Paulo e coordenadora do Grupo de Pesquisas em Economia Industrial, não acredita que para ser assertiva a mulher deve falar grosso. "A capacidade de argumentação e convencimento pode ser, em geral, mais eficiente por meio da fala mansa", diz.
 
Para Renata Filippi, sócia-diretora da Mariaca, empresa de recrutamento de executivos, a mulher precisa ser focada, ao mesmo tempo em que deve absorver do universo masculino a racionalidade e a busca de resultados. "A flexibilidade feminina para ouvir e entender as necessidades alheias deve ser traduzida em ações", diz Renata. A executiva acredita que, hoje, são regras para poucas: "Já há muitas mulheres em áreas masculinas acostumadas com isso. Veja o caso das engenheiras e das profissionais de logística. Assertividade é com elas mesmas".
 
Eliana Molina, atualmente diretora sênior de RH da Herbalife, formada em secretariado executivo pela Fundação Getúlio Vargas e MBA Executivo pela FAAP, elencou o que se deve fazer e, principalmente, o que precisa ser evitado em situações bem específicas, Confira:
 
Numa reunião
 
• Não monopolize a reunião.

• Certifique-se de que o fórum seja adequado para fazer os questionamentos ou compartilhar as informações. Se necessário, marque uma nova reunião com participantes específicos para tratar de temas pontuais.

• Peça a palavra e não interrompa a fala ainda incompleta do outro. Preserve-se ao mesmo direito quando não tiver completado sua fala.

• Não personifique os problemas. Trate de assuntos, de áreas, e não da pessoa que

• é o porta-voz.
 
Numa entrevista de trabalho
 
• Evite temas polêmicos, como religião, futebol, política etc., a menos que lhe questionem diretamente e, se isso ocorrer, cuide para que o tema não seja polemizado.

• Seja fiel às suas convicções e evite dar respostas de acordo com o que você acha que o entrevistador gostaria de ouvir. na maioria das vezes não existem respostas certas ou erradas, mas uma intenção de traçar o perfil do candidato para averiguação de adequação à posição que está sendo postulada.

• Agradeça a oportunidade de participar do processo e coloque-se à disposição para eventuais informações que sejam necessárias posteriormente.
 
Numa entrega de feedback
 
• Elogie em público e critique em particular.

• Agende feedback periodicamente (mínimo duas vezes ao ano) para conscientizar e criar oportunidade de melhorias antes de finalizar o processo de avaliação anual. Em outras palavras, não espere chegar o fim do ano para dizer que esperava que o funcionário fosse proativo ou que tivesse trabalhado em projetos no início do ano de forma diferente.

• Procure tratar de problema de desempenho como oportunidades e necessidades de melhoria. Não é fácil para ninguém receber feedback negativo, então seja cautelosa para não desmotivar, mas sim mostrar claramente onde há chance de melhorar.

• Sempre que possível, exemplifique com situações que ocorreram — reconhecendo o positivo e pontuando falhas.
 
Num pedido de aumento
 
• Esteja segura de suas responsabilidades, qualificações e práticas salariais do mercado para fazer uma abordagem firme e justa.

• Procure não se comparar a outro colega de trabalho, pois pode haver diferenças de competências, formação, escopo de função, responsabilidades diferenciadas e méritos individuais. Fale por si e por suas competências.

• Não blefe.

• Não pressione seu líder a ponto de deixá-lo sem saída. na maioria das vezes não depende dele aprovar o aumento salarial, e pode ocorrer de ele não conseguir a aprovação, por mais que tente, devido a diferentes momentos pelos quais a empresa passa.

 
Fonte: Você S/A

"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”


Por: AMIR KLINK em Mar sem Fim